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22/12/2011

meu meio irmão cap 13

-Arthur para - eu disse já sem folego
-Por que agora que tava bom- ele disse frustado
-Calma amor só vou tomar banho e depois agente continua- pisquei pra ele
-nesse caso-ele respondeu
-to subindo vou tomar um banho e você também quando terminar da uma passada la no meu quarto-pisquei pra ele e subi rindo
-arthur-
Ela sabe me enlouquecer , mas ela tinha que ter parado . Foi melhor o que vem mas tarde vai ser melhor
 -lua- 
Hoje o arthur me teria pela primeira vez como sua namorada tomei um banho e me vesti assim:http://fashion.me/looks/1984100/lua-e-arthur
Deitei na cama e esperei nem 5 minutos o Arthur bateu na porta
-entra-eu respondi com uma voz sensual 
-no..no..nossa- ele disse com os olhos fixos em mim
-virou gago thu thu- eu disse indo em sua direção 
-claro que não e que você ta demais
Ele passou as mãos por seus ombros, puxando-a mais para si. As mãos dele pressionaram os ombros com mais força, enquanto a puxava para mais junto do corpo. ela gemeu.Sem esperar muito, entendendo todos os sinais que ela lhe emitia, Arthur a beijou com sofreguidão, com impaciência e com paixão.Suas mãos ávidas percorreram o corpo pequeno e delicado, buscando dela o máximo que pudesse sorver.Ele a beijou repetidamente até senti-la completamente entregue e então sem aviso começou a arrancar suas roupas.Não eram simplesmente tirá-las, era arrancá-las, no sentido literal da palavra. Rasgá-las, esfarrapá-las por completo.Ela não disse uma palavra em protesto. Aquilo simplesmente mexia demais com sua libido e a deixava em estado de excitação pura.O beijo já se iniciou selvagem. impaciente ele passou os braços com força em torno do corpo dela. Apertou-a mais e esmagou com os seus, os lábios dela.Ela sentiu o ar se comprimir dentro dela, mas nada mais fazia sentido, e ela realmente queria que tudo se danasse.Logo os dois estavam nus. ele a fez abrir as pernas na intenção tocá-la intimamente.Ela arqueou com o contato e ele sorriu abertamente quando constatou que ela estava muito molhada. Seus dedos escorregaram para dentro repetidas e rápidas vezes, já que a paciência não parecia ser uma característica de nenhum dos dois naquele exato momento.“Arthur Não — começou ela a murmurar - Arthur... não... Por favor".As palavras saíram quebradas, sem nexo. Ele a encarou aturdido, mas sem parar e viu a sombra que nublava seus olhos. A boca aberta, o ar falho."Arthur... Não...pára.”Ela finalmente conseguiu juntar as palavras certas e formar uma frase condizente, ele quase gargalhou, mas não era o melhor momento. Ele se forçou a ir cada vez mais rápido. Sua própria resistência estava se esgotando.Os lábios se juntaram sofregamente e ela rodeou o pescoço dele com as duas mãos buscando apoio, enquanto continuava a sentir os dedos dele escorregando dentro de si com avidez.Ele gemeu e ele a tocou mais fundo Ele a beijou mais forte e ela recebeu com avidez a língua dele em sua boca, ofereceu a dela com o mesmo entusiasmo demonstrando que tinha uma fome quase tão selvagem e incontrolável quanto a dele, convidando-o com gestos a continuar."Oh, Deus não. - murmurou ela, quando seu ventre endureceram e tremeu e ela soube que estava a ponto de explodir. - Não assim".Com uma urgencia acima do comum, ela o obrigou a se deter. Arthur a olhou com curiosidade, mas ela apenas pegou seu pulso e afastou sua mão"Não quero assim... - Disse ofegante - Quero você dentro de mim. Agora!"

"Seu pedido... Uma ordem...minha rainha" - ele disse entrecortado.
Logo ele estava dentro dela, e ela o sentiu preenchendo cada espaço, cada célula sua.Fechou os olhos com um suspiro de rendição.Quase enlouqueceu ao sentir aquelas pernas longas e lindas não enroladas em torno do seu quadril e ela não demonstrava tanta urgência que desafiava sua resistência.Sentiu Lua enfiando as unhas em suas nádegas e aquilo o levou ao limite."Arthur... Venha pra mim...Agora venha com força e depressa".Ela definitivamente queria abusar de seu poder de controle. Ele só conseguiu murmurar uma ou duas palavras que não acordaram entre si e acelerou os movimentos. Se ela o que ela desejava assim, era o que teria.


21/12/2011

"meu meio irmão cap 10

O Mica era um fofo comigo sempre me ajudava em tudo que eu precisava, no fundo eu sabia que podia contar tudo pra ele...TUDO mas eu tinha medo... sera que ele me entenderia ? Bom so contando pra ver.
-Mica- eu disse num tom manhoso
-sim-ele respondeu no mesmo tom
eu estava deitrada com a cabeça n peito dele então levantei e comecei a falar
-sabe o que e....er...er eu nao sei bem como dizer...- eu falei meio aprensiva pela resposta dele
-minha menina- ele disse- pode falar eu sempre vou te ajudar e te apoiar-
-e que eu e o Arthur... meio que estamos "ficando"- eu disse ja corada 
-ah..continua - ele disse levantando minha cabeça me fazendo olhar no fundo dos seus olhos-
-eu contei tudo-
no final ele me olhou e disse-
-olha Lu eu acho que vc deveria falar com ele pra saber exatamente o que aconteceu, e não tirar suas proprias conclusões-
e fazia bem conversar com ele. Era o que eu faria assim que chegasse em casa eu TENTARIA conversar com ele pois a esa altura ele deveria tar uma fera comigo
-obrigado mica vc sempre me ajudando-eu falei e ele apenas sorriu
-bm agora levanta essa cabelça e bora da um volta- ele disse animado-
-com certeza-
me prepararia para enfrentar a "fera" (le-se arthur)mais tarde
Fomos tomar um sorvete la perto e no final da tarde ele me deixou em casa
-boa noite minha menina e juizo- ele disse
-sempre-eu disse e ri 

Continua....
Comentem....
































20/12/2011

"meu meio irmão " cap 9

9ouvi o Arthur  me chamando no outro quarto e tranquei a porta do meu. Não queria que ele me visse chorando e nem soubesse o motivo daquilo. Fui pro meu banheiro e tomei um banho bem demorado, quando sai coloquei uma roupa e fui pro pc. Entrei no msn e por sorte o Micael estava on. 

ON:
Micael : Oi amor. 
 Lua : Oi, tudo bem ? 
Mica : To bem sim e você ? 
Lua : To bem. Fazendo o que ?
Micael: Nada de mais, tava querendo te encontrar pra matar a saudade. ]
lua: Pode ser agora. Eu to sem o que fazer e to querendo sair. 
Mica : Pode sim. Aonde você quer ir ? 

Lua :Não sei qualquer lugar. Pode ser na pracinha principal. Lá tem uma lanchonete e eu ainda não tomei café. 
Mica :São 10 da manhã e você ainda não tomou café ? KK Ok. Eu te encontro lá. 
Lua : Ok. To indo já. 
Mica :Ok. Te encontro lá. 
OFF:
Sai do pc e abri a porta do meu quarto devagar. Ouvi o chuveiro do quarto do Arthur ligado, então não tinha como nos encontrar. Peguei minha carteira e sai de casa devagar.
Fui caminhando até a praça central e pensando no que tinha acontecido. Não queria mais ficar sozinha com o Arthur . Não queria que ele perguntasse o motivo, não queria saber dele. 
Assim que entrei na lanchonete encontrei o Mica. E ele estava muito lindo, mais do que o normal dele. 
Antigamente quando ele era meu amigo o Mica era considerado o menino mais lindo do colégio e sempre foi apaixonado por mim. Depois de um tempo ele teve que se mudar então perdemos contato. Mas esse tempo vez muito bem a ele. Ficou bem mais forte, os cabelos cresceram e ele fez o impossível. Ficou mais bonito. 
Ele me viu e veio me abraçar. 
- Minha menina - ele disse me apertando 
- Ai que saudades de você Mica. - eu falei dando um beijo no rosto dele. 
- Também tava morrendo de saudades. O que tem feito de novo? - ele perguntou. 
- Nada e você? 
- Nada também. Namorando muito? 
- Não - eu sorri- e você ? 
- Não. Mas posso providenciar isso pra mim e pra você. - ele sorriu. E eu ri. 
Ele me abraçou mais forte de novo e me deu um beijo no rosto.

19/12/2011

meu meio irmão cap 8


Eu tinha duvidas se o meu amor pelo Arthur era só de irmão, ou era de homem e mulher. Mas eu tinha certeza que o desejo pelo seu corpo eu sentia. Ele era lindo, fazia totalmente o tipo de cara com quem eu namoraria. Era forte, tinha uma tatuagem linda nas costas e aquele cabelo preto feito os olhos deles, me lembrava, a parte mais escura da noite. 
Vê ele dormindo me dava uma paz. E me fazia bem.
- Vai mesmo ficar ai me olhando dormir ? - ouvi o Arthur perguntando, então me perdi dos meus pensamentos. 
- Hã ?! Desculpa. - falei envergonhada. 
- Não precisa pedir desculpas, só tava brincando. - ele sorriu. - Por que ta acordada ?
- Tive um sonho estranho e não consegui voltar a dormir. 
- Sonho? Que sonho? - ele perguntou e se apoiou no braço pra ouvir. 
Eu expliquei todo o sonho pra ele, mas cortei a parte que era o noivado que os novos eram a gente. Eu falei mais sobre a parte do cara que parecia o pai dele. E que como ele parecia ser amigo do nosso verdadeiro pai. O Arthur ouviu a história toda até o final e ficou me olhando. 
- O que foi ? - perguntei confusa.
- Foi só um sonho, eu sou seu irmão e a gente vai ficar junto pra todo o sempre ok ? - ele me abraçou e beijou minha testa. Agora dorme gatinha. amanhã é um longo dia. 
- O que vai ter amanhã ? - perguntei curiosa. 
- Surpresa, vai dormir vai.
- Ok. - me virei de costas de novo e adormeci. Ele ficou fazendo carinho em mim e me beijando.
Dessa vez dormi tranquilamente, sem sonos nem nada. 
Acordei com o celular do Arthur tocando, quando peguei e olhei o visor era a Perola de novo. Eu pensei em acordar ele pra atender, mas ele tinha dito que não queria falar com ela, então resolvi atender pra dá um basta nisso. 
Quando eu atendi, nem deu tempo de dizer nada, ela já foi falando. 
- Ai Arthur , ainda bem que você atendeu. Fiquei ontem te esperando a noite toda e você não apareceu. Aquela ultima noite foi a melhor da minha vida e eu fiquei ansiosa pra outra. Espero que não esteja com outra vadia qualquer, por que ainda estamos na minha semana. - eu fiquei calada, não sabia o que dizer. Desliguei o telefone desesperada e sai da cama devagar pra não acordar ele. 
Fui correndo pro meu quarto, então senti uma lágrima descendo no meu rosto.
Eu nunca imaginei meu irmão assim. Ficando com meninas só por sexo, isso nunca fez o gênero dele. Ele sempre foi um cara de namorar, ter coisas serias. E chamar mulheres de vadia também não vazia parte do que ele era. O que aconteceu com o Arthur ? 
Outras lágrimas seguiram a primeira e eu me senti aquilo, uma vadia. 
Quer dizer que pra ele eu também era uma vadia, com quem ele ficava, mas tinha medo de fazer sexo, só por causa do fato de sermos irmão ? Ótimo, nunca mais vou beijar aquela boca, nunca mais vou olhar para aqueles olhos e vê o que eu via antes.

18/12/2011

"meu meio irmão" cap 7


o celular dele tocou. Ele me olhou com cara de quem não queria atender. 
- Atende pode ser importante. - eu disse suspirando. 
Ele pegou o telefone e olhou no visor. 
- Não, não é importante. - ele desligou o celular e voltou a me beijar. 
- Calma - eu falei parando o beijo. - Quem era ? 
- A perola  . Uma menina chata ai. Não quero falar dela. - ele voltou a me beijar. 
Dessa vez não parei, continuei beijando ele. Ele colocou a mão na minha cintura e desceu até a borda do meu short. Paramos de nos beijar e ficamos parados por um tempo. Ele olhou para o que estava prestes a fazer. 
- Isso é muito errado - ele falou me imitando. 
- Alguém me disse que as melhores coisas são as proibidas. - eu sorri, imitando o que ele tinha dito na praia. 
- Nem tudo. - ele falou me corrigindo. 
- Mas algumas coisas tem que ter suas exceções. 
Eu revirei os olhos. 
- a gente já chegou até aqui, não acredito que você vai fazer isso. 
- nem eu. - ele falou e então eu pensei que ele desistir.
O Arthur me surpreendeu novamente e abaixou uma parte do meu short, o que fez minha respiração ficar ofegante e sem ritmo. Fiquei nervosa, nunca tinha feito isso e então tudo pareceu ficar mais sem sentido ainda. Mas eu não ia desistir agora, fiz muita pressão pra ele aceitar ficar comigo por inteiro, não ia desaponta-lo agora. 
Eu coloquei minhas mãos em seu peito e arranhei até sua barriga, foi muito forte, acho até que arranquei um pouco de sangue dele, pois no meio do beijo senti ele morder minha boca de leve. Ele abaixou um pouco da minha calcinha e eu parei o beijo por impulso, mas foi sem querer, então voltei. Mas ele não quis parou de me beijar e me olhou. 
- O que foi ? - perguntei assustada. 
- Nada. - ele falou serio , então eu voltei a beijar ele, mas ele me afastou delicado. - Não consigo fazer isso Lua . - ele falou virando o rosto.
- Por que não ? - perguntei confusa. 
- Estou me sentindo sujo, sei lá. Você é minha irmã. Não vou conseguir. 
Eu abaixei a cabeça. Por um lado fiquei triste, eu queria continuar, mas depois fiquei feliz também, com certeza eu não iria conseguir fazer isso.
Eu deitei minha cabeça no peito dele e fiquei ali. Senti as mãos do Arthur subindo e vindo pra minhas costas. Ele ficou fazendo carinho ali por um tempo e depois subiu uma das mãos pra minha cabeça. Não tinha certeza se era carinho ou culpa. Mas estava gostando. Eu sai de cima dele e deitei de frente pra ele. Ficamos de frente e nos olhando.
- Não quero me separar de você nunca Arthur - falei fechando os olhos. - Te amo maninho.
- Também te amo. Mas para de me chamar de maninho, isso complica ainda mais nossa relação. - ele sorriu. E me deu um beijo.
- Mas você só me quer como uma irmã. Quer que eu faça o que ? - falei confusa
- Te quero mais que uma irmã, mas não posso esquecer da realidade. - ele falou
- A gente vai dá um jeito nisso. - falei beijando os lábios dele e ficando de costam forçando a deitarmos de conchinha.
Ele me abraçou bem apertado e ficamos bem proximos.

Acabamos adormecendo daquele jeito mesmo. 
No meio da noite tive um sonho lindo. Eu estava com o Arthur em um jantar lindo. Ele estava sentado do meu lado e coma gente tinha mais dois casais. Minha mãe e meu pai e outro casal que parecia a mãe do Arthur e o namorado dela. No sonho ele tratava o meu pai como amigo e o Arthur como um filho. Eu estava feliz e sorrindo pra ele, mas não entendia o que estava acontecendo. 
Era como se fosse uma festa de noivado. E os noivos eram o Arthur e eu. 
Eu queria sair daquele sonho, por mais que eu amasse o Arthur não queria que as coisas levassem esse rumo. Não assim. O que nossa mãe diria ? 
Acordei assustada e vi que ainda era de madrugada. O Arthur dormia calmamente do meu lado e ainda me abraçando. Virei de frente pra ele e fiquei observando ele dormir. 
Os olhos deles fechados, os cabelos bagunçados, a seus braços fortes e definidos ao meu redor. Ele parecia um anjo, o meu anjo.

17/12/2011

"meu meio irmão" cap 6


Ele não saiu de perto de mim, ficou lá fazendo carinho em minha cabeça e me dando beijos.
Eu virei de frente pra ele e ficamos nos olhando por um tempo.
- Eu te amo. - falei pra ele e fechei os olhos de novo.
- eu também te amo minha pequena. - ele me deu um beijo na testa, depois na bochecha e finalmente me deu um Celinho.
Eu abri os olhos e sorri pra ele. Não falei nada, com medo de estragar o momento.
- Lembra quando a gente era pequeno? Que você me chamava de Tutu?
- Lembro sim, eu gostava desse seu apelido, só eu conhecia. - eu falei sorrindo com a lembrança.
- Eu também gostava me sentia especial pra você.
- Mas você é especial pra mim, mas que tudo nesse mundo. Se quiser eu volto a te chamar de Tutu- eu sorri
- eu quero, sou só seu Tutu E não vou deixar mais ninguém me chamar assim. Só você.
- Ok. - eu abracei ele e ele me deu um beijo. No início foi lento calmo, mas depois foi pegando ritmo. As mãos do Tutu não estavam mais paradas no meu quadril, agora estavam se movimentando em todo o contorno do meu corpo. As minhas também estavam em movimento, mas quando a coisa ficou ousada o Tutu parou o beijo. Não contestei, sabia que ele não queria fazer nada de errado.
Ele levantou pegou minha mão e me levou pra sala. Ele deitou de lado no sofá e me colocou deitada na frente dele. Colocamos um filme de comedia e assistimos. Pelo menos ele assistiu, eu peguei no sono e acabei cochilando.
Quando o filme terminou o Tutu me balançou e me acordou delicada mente.
-Lua , a mamãe ligou e disse que não vai vim nem hoje nem amanhã. E provavelmente passe o final de semana todo na casa da tia.
- Por que ?
- Sei lá, parece a tia Luli ficou doente e ta precisando de ajuda.
- Então tá. - falei com voz de sono. - Vou pro meu quarto, to precisando dormir.
- Calma. - ele falou. - Vem que eu vou te levar. - Ele me carregou e eu comecei a rir.
- Para Tutu , não precisa fazer isso.
- Precisa sim, vou te levar pra cama. - ele olhou pra mim e sorriu.
Subimos as escadas, mas ele não virou pro lado certo, em vez de ir pro meu quarto ele foi pro dele.
- Aqui não é meu quarto Arthur . - olhei pra ele.
- Eu disse que ia te levar pra cama, não pro seu quarto. - ele me deitou na cama dele e se enfiou em baixo da coberta comigo. Eu sorri automaticamente.
Eu deitei no peito dele e fechei os olhos. O beijando.
Ele levou as mãos até minha cintura e me puxou um pouco mais pra cima. Ficamos com os rostos colados, com os olhos fixos um com o outro. Ele me beijou, dessa vez mais intenso que as outras. O Arthur levou as mãos das minhas costas até a minha cintura e depois até minha perna, onde parou. Ele segurou minha batata e puxou minha perna até que ela chegasse em sua cintura. O beijo não parava e a cada segundo ficava mais quente. Quando eu menos esperei o Arthur pegou minha perna e rolou na cama, fazendo ele fica em cima de mim. Paramos um beijo por um tempo, ficando meio ofegante, mas logo depois voltamos. Minhas pernas estavam na cintura dele. Enquanto me beijava o Arthur se apoiava no braço, pra não colocar todo o peso em cima de mim. Com a outra mão ele acariciava e apertava a outra coxa. Minha respiração ficou ofegante. Não era o tipo de carinho que ele costumava fazer, então eu aproveitei. Coloquei uma de minhas mãos em sua barriga e segurei a ponta de sua camisa. Paramos o beijo pra respirar um pouco e eu olhei pra ele como se pedisse permissão pra tirar sua camisa. Ele olhou pra mim meio apreensivo mas balançou a cabeça confirmando. E então voltamos a nos beijar. Tirei a camisa dele e fui subindo as mãos pelas suas costas. O Arthur novamente rolou me fazendo ficar em cima dessa vez.Ficamos nos olhando por um tempo, mas não foi suficiente pra acabar com o desejo, voltamos a nos beijar e o Arthur me surpreendeu novamente, dessa vez tirando a minha camisa. Quando ele voltar a me beijar

16/12/2011

"meu meio irmão" cap 5



Eu confiava completamente no Arthur , então eu fui atrás dele. Eu era menor que o  Arthur  então a água começou a bater além dos meu peito e eu me desesperei
O Arthur me pegou no colo e eu entrelacei minhas pernas nele. Ele continuou andando pro fundo e me colocou em cima da pedra
- Pronto. Ali só estava fundo, por que só tinha areia. Aqui é pedra, dá pra ficar
Tranqüilo.

- Legal. - falei tentando enxergar o fundo
Ficamos curtindo as ondas batendo em nossas barrigas. Até que o Arthur mergulhou, eu não liguei muito, ele sempre costumava fazer isso quando íamos pra piscina, ele gostava de mergulhar e testar quanto tempo ficava em baixo da água. 
Depois de um tempinho senti mãos em minha barriga, mas quando olhei pra baixo vi que era o Arthur, que provavelmente estava tentando se manter no fundo. Então não liguei muito. Mas logo depois senti uma mordida, olhei novamente e o Arthur estava me mordendo, mas a mordida se transformou em beijo, ele ia acariciando minha cintura enquanto beijava toda minha barriga. Sem saber muito que fazer, eu mergulhei e olhei pra ele
Ficamos nos olhando e ele sorriu. O ar dele acabou e ele subiu. Eu continuei lá em baixo. Que se dane que ele era meu irmão, eu queria, ele também. Uma vez ou outra não mata ninguém. Me aproximei mais dele e fui até a superfície. Agora estávamos bem próximos um do outro
Ele se aproximou um pouco mais e colocou uma mão na minha barriga e outra no meu rosto, colocando uma mecha do meu cabelo pra trás. Eu olhei nos olhos dele novamente fiquei hipnotizada, eles era lindo e sincero. E por impulso me aproximei e coloquei a mão na barriga do Arthur. A sensação da água nos envolvendo e as mãos do Arthur em mim me fizeram sorri, e ele sorriu também
Fomos aproximando nossos rostos um do outro até que novamente nossa
Respiração se encontrou. Nesse momento eu não quis virar o rosto, quis continuar
E então aconteceu. Nossos lábios se encontraram em um encaixe perfeito, no
Inicio foi estranho, afinal era meu irmão que estava ali. Mas depois eu fui esquecendo isso e deixei levar. Eu sentia as mão dele passando pela minha cintura e pela minhas costas
Eu parei o beijo quando o ar já estava faltando. Ele ficou me olhando e eu sorri
Ele se aproximou e me deu um Celinho
- Vamos voltar ? Já esta ficando tarde. - ele falou pegando na minha mão. - Vamos sim
Ele me carregou, dessa vez me segurando com mais firmeza e mais próximo do seu corpo. Eu fiquei olhando pra ele todo caminho. Quando chegou na parte mais
funda do caminho, o Arthur parou e me beijou. Eu retribui o beijo e senti nossas cabeças afundando na água. Eu enrolei minhas pernas na cintura dele e ele segurou na minha coxa. Voltamos pra superfície. E eu olhei pra ele
- Isso é muito errado. - eu falei sorrindo. 
- As melhores coisas são as proibidas. .
 . - ele sorriu
- Concordo. - eu dei um celinho nele e voltamos pra areia
- Vem confia em mim, lá tem uma pedra, dá pra ficar tranqüilo e as ondas nem
estão fortes



15/12/2011

"meu meio irmão" cap 4

             Antes de ir pra casa, passamos em uma barraca pra tomar água de coco.
Lá tinha um casal de idosos conversando. O Arthur  segurou minha mão e sentou
na mesa do lado deles. Ficamos nos olhando o tempo todo e sorrindo
Até que a senhora do nosso lado falou com a gente
- Olha que casal lindo meu velho...
- A gente não é um... - senti o Arthur apertando minha mão
- Obrigado senhora. - o Arthur sorriu e beijou minha mão
- Felicidades pra vocês. E continuem com esse amor que a gente vê em seus olhos
Eu sorri ao ouvir aquilo. Amor nos nossos olhos? Será?
Terminamos nossas águas de coco e fomos para o carro, ainda estávamos meio


molhados, mas entramos mesmo assim. 
Eu fui pro bando de trás e deitei lá, estava morta de cansada. O Arthur dirigiu até em casa e quando chegamos lá vimos que o carro de nossa mãe não estava na garagem
- Acho que a mamãe saiu. - eu falei pro Arthur

- É. - ele olhou pra trás e sorriu. 
Tirou o sinto e travou as portas do carro. 
- O que você ta fazendo? - eu olhei pra ele rindo
- Nada de mais
Ele veio pro bando de trás e sentou do meu lado. Foi aproximando os lábios dos
Meus e me beijou. Eu não consegui parar então retribui o beijo
O beijo foi ficando intenso e as mãos do Arthur não paravam de passear pelo meu corpo, algumas horas ele me dava um puxão de leve pra que eu me aproximasse mais. E com isso acabei sentada no colo de frente pra ele. Coloquei uma das minhas mãos em seu ombro e a outra na sua cintura. Alguma coisa mais forte que eu fez com que eu levantasse a camisa do Arthur e ele se assustou com minha ação.
- Não faz isso Lua. - ele me olhou serio.
- Por que não ? - perguntei confusa, pensei que era isso que ele queria
- Apesar de tudo o que está acontecendo sou seu irmão. E não vou fazer nada que te prejudique. - ele me olhou meio triste
- Entendo. - eu beijei ele de novo e depois dei a camisa dele. - Desculpa, agir por impulso
- Tudo bem. - ele sorriu
Eu dei um ultimo Celinho nele e sai do carro. Entrei em casa e fui direto pro meu quarto. Tomei um banho bem demorado e fiquei pensando no que eu tinha acabado de fazer. Eu tentei transar com meu irmão. Eu sou louca. E o pior foi que ele não quis. Aposto que ele nunca mais olharia no meu rosto depois dessa. 
Assim que terminei de me arrumar fui pro computador, mas nem entrei no MSN, pois não estava a fim de conversar com ninguém. Fui ao Orkut olhei algumas atualizações, e tinha um recado novo do Micael, um ex amigo do meu colégio
antigo. Ele dizia que estava com saudades e queria me encontrar.
Respondi dizendo que era só ele marcar que a gente se encontrava.
Depois que sai do pc fui pra cama, mas tudo o que eu tinha na cabeça era o Arthur e os beijos dele
Meus pensamentos oram interrompidos quando o Arthur entrou no meu quarto. Ele não parecia estar triste, nem desapontado, mas eu não falei nada, continuei deitada como se nada tivesse acontecido. 
- Posso falar com você ? - ele perguntou
- Se for sobre o que aconteceu no carro, deixa pra lá. Eu fiz sem pensar. - falei envergonhada e me virando pra parede. Sente ele chegando mais perto, então ele deitou na minha cama e ficou de conchinha comigo. 
- Deixa de ser assim Lua , eu quero falar contigo
- E vai dizer o que ? Que eu sou uma idiota de ter tentado fazer aquilo com você? Eu já sei disso
- Não é nada disso. - ele me deu um beijo na cabeça. - quero falar que eu também
queria que acontecesse, mas eu tenho medo
- Medo ? - fiquei curiosa. - medo por que se nem virgem você é ? 
- Tenho medo por você. Não quero ser o cara que tirou sua virgindade, quero que com você tudo seja perfeito
- Mas se fosse com você ia ser perfeito
- Mas não ia ser o certo-ele disse-
- O que a gente ta fazendo já não é o certo-eu retribui-
- Eu sei, mas isso ia ser pior
- Tudo bem não vou discutir. - falei ficando triste e fechando os olhos